quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Expo 2010 Shanghai – África

O primeiro pavilhão que fomos visitar foi o pavilhão da África, que era um grande pavilhão que congrega pequenos stands de alguns países da África. Os países mais representativos da África, como África do Sul e Egito estavam com pavilhões próprios.

Considerei isso como uma oportunidade interessante para conhecer um pouco mais de um continente que eu conheço muito pouco (quase nada, pra ser sincero). Por ser o primeiro pavilhão a visitar na Expo, tinha uma expectativa positiva.

O pavilhão por fora era simples, sem firulas e montado apenas com linhas retas, porém com uma pintura temática. Antes de entrar, brincávamos entre nós que veríamos girafas, elefantes, leões, gorilas e outros animais típicos de alguns países africanos... Puro estereótipo de quem não conhece esses lugares. Obviamente não encontramos nenhum desses animais, pois a proposta era para cada um dos países promoverem a sua própria imagem e não montar um zoológico.


Mas entrando no pavilhão e olhando um pouco melhor, tive uma tremenda decepção. Ao invés dos países promoverem seus pontos positivos para que o mundo possa ter uma imagem mais realista e positiva, muitos países montaram apenas uma banca para venda de produtos de artesanato, normalmente com a foto do líder político (sei lá se era presidente, primeiro-ministro ou ditador mesmo) num quadro grande no centro do stand.



O único stand que vi dentro desse pavilhão que tinha uma proposta diferente era o da Costa do Marfim, mas que também não tinha movimento nenhum e apenas um atendente mal-humorado, que acabou não proporcionando nenhuma experiência positiva. Mas isso ficava meio perdido no meio da feira de artesanato que era promovida lá dentro.



Ou seja, saí desse pavilhão com o mesmo conhecimento que tinha sobre a África quando entrei, ou seja, quase nada. Em minha opinião, esses governos deixaram de aproveitar uma ótima oportunidade para melhorar a sua imagem no exterior, pois vender artesanato numa feira desse porte é um desperdício. Ou vai ver que realmente é só isso que o país tem a mostrar... Será que é isso mesmo?!?

Ah, logo ao lado desse pavilhão estava o da África do Sul. Não cheguei a entrar no pavilhão, mas ao menos do lado de fora, dava para ver uma grande homenagem ao Nelson Mandela, com certeza o personagem mais conhecido do país.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Expo 2010 Shanghai

Desde a minha primeira ida à Shanghai, sempre achei a cidade um canteiro de obras. Segundo os chineses, as obras eram em função da Expo 2010, pois a cidade estava se preparando para abrigar o evento nesse ano.

A Expo, ou Feira Mundial, é um evento global onde os países montam seus pavilhões para divulgar sua imagem e também para expor algo relacionado a algum tema. A versão de 2010 tem como slogan: “Better City, Better Life”.

Realmente Shanghai estava muito melhor nessa minha última viagem, pois todas as construções que eu vi em curso já estavam terminadas. Muitas ruas e avenidas foram remodeladas, novas linhas de metrô foram inauguradas e já não havia mais aquela poeira de concreto nas ruas. Até as obras em andamento foram suspensas pelo governo.

Em matéria de organização e planejamento, tenho que dar o braço a torcer para os chineses. Não quero julgar o mérito e como eles fizeram tudo isso acontecer, mas não deixa de ser um exemplo para os brasileiros.

Toda a área destinada a exposição foi reurbanizada. Alguns pavilhões foram construídos para servir de centro de exposições e de eventos permanentes e serão deixados lá, a exemplo do Pavilhão Chinês e do Centro Cultural da Expo (mais parecido com um disco voador). Os outros pavilhões serão desmontados e deverão dar espaço para conjuntos de escritórios numa área onde realmente haverá um aproveitamento de todo o investimento que foi feito. Esse é um grande exemplo para nossos governos: fazer algo que sirva como um legado para a sociedade!


Mas o que impressiona, além da grandiosidade do evento, é o número de visitantes... No dia em que visitei a Expo, tinham ‘apenas’ 300 mil visitantes. Isso mesmo!!! Trezentos mil visitantes. O motorista de taxi disse que nós tínhamos escolhido um dia bom. Agora em outubro, próximo ao final da feira, houve um pico de mais de 1 milhão de visitantes num único dia!!! Pode isso? Só se for na China!
Para quem não acredita nisso ou acha que eu estou enganado, basta checar o site: http://en.expo2010.cn/


Só dá pra dizer foi uma visita que valeu a pena. Principalmente por ser uma visita noturna, onde dava para ver os pavilhões iluminados destacando o design e a arquitetura... Mas isso será o tema de um próximo post.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O Retorno!!!

Depois de um longo tempo sem postar nada, estou de volta com o blog. Vou me esforçar para manter uma freqüência mínima de atualizações, mas o meu ritmo de viagens está diminuindo, principalmente as viagens de trabalho.

Por um lado, isso é uma boa, pois já estou ficando cansado de tantas viagens. Mas ainda assim continuarei com certo conteúdo, pois as viagens acumuladas foram muitas.

Nesse ano de 2010 tive a chance de ir para a África do Sul um pouco antes do início da Copa. Fui também para os EUA (NYC e Orlando), sem falar nas usuais viagens para a China. Já se foram 10 idas para a China em 3,5 anos de trabalho.

Na verdade, o que me estimulou a voltar a atualizar o blog, além do clamor popular =), foi o fato de eu ter visitado a Expo 2010 em Shanghai, que é uma exposição mundial onde vários países montam seus pavilhões para expor algo. A Expo 2010 vai ser o tema do meu próximo post que virá em breve.

Então se preparem. Como dizem nos aviões imediatamente antes dos vôos: “Cabin attendants, all doors in lock.” E espero que vocês curtam os novos posts.

sábado, 29 de agosto de 2009

Füssen, BY - Alemanha

Füssen é uma pequena cidade situada no extremo sul da Alemanha, muito próxima à Áustria e pertencente à “Rota Romântica” da Alemanha. A maior atração dessa cidade é o Castelo de Neuschwanstein, o castelo que foi construído pelo Rei Ludwig II da Bavária no alto de uma montanha.

Esse castelo é um dos destinos turísticos mais conhecidos e visitados na Alemanha, com cerca de 1,3 Milhões de visitantes por ano, e também é considerado como um dos patrimônios culturais da UNESCO. Dizem também que esse castelo serviu de inspiração para o castelo da Disneyland e também para o ícone da Disney.

Pra chegar lá, basta pegar um trem de Munique. Dependendo do horário de saída, dá pra pegar um trem direto. A viagem dura pouco mais de duas horas num trem regional. Mas é uma viagem que vale a pena. Dá pra fazer um bate e volta, pois não tem muito que se fazer em Füssen, a não ser olhar o castelo e os seus arredores.

Chegando lá, dá pra chegar ao castelo subindo de ônibus, de cavalo ou a pé. Sugiro uma boa caminhada, pois a paisagem no caminho é bem bacana. Mas o que realmente vale à pena é ir até a Marienbrücke (ou Ponte da Maria), que é de onde se tem essa visão espetacular do castelo Neuschwanstein.



E do castelo, dá pra ter essa visão maravilhosa da região, com sua geografia acidentada, com montanhas, lagos, trilhas, muito verde, muito azul e muita natureza. Indo pra Alemanha, não deixe de visitar esse lugar espetacular.

sábado, 15 de agosto de 2009

Fortaleza, CE - Brasil

Acho que nem todos podem acreditar, mas estive em Fortaleza a trabalho... Sim, fui a trabalho para um destino onde muitos vão passar férias.

Essa é a segunda vez que vou pra Fortaleza. A primeira foi há muito tempo, na minha viagem de formatura. Daquela vez foi só pra me divertir. Mas dessa vez, a diversão ficou um pouco de lado. Cheguei lá na segunda-feira à tarde, para trabalhar numa feira que teve início na terça. E fiquei até sexta, quando voltei pra São Paulo.

Durante os dias da feira, acordava cedo, visitava um monte de clientes pela manhã, almoçava bem rápido e ia pro Centro de Convenções, onde ficava até depois das 21:30. Depois disso, voltava para o hotel, saia pra jantar e ainda abria o notebook para ver os e-mails e trabalhar um pouco...

Fiquei num hotel na Av. Beira Mar. O hotel não era lá grande coisa, mas era bem localizado. Dava pra ir a pé para um monte de lugares para fazer boas refeições.

A foto acima foi tirada entre uma visita a cliente e o almoço. Detalhe que, enquanto todos andavam de camiseta, shorts e chinelo, lá estava eu no calçadão da praia de camisa social, calça e sapato... Tudo a ver, né?

E o pior foi que na única noite em que resolvi me divertir e ir até o Chico Caranguejo, que é uma atração famosa de quinta-feira a noite, o local estava embargado e não haveria nenhuma atração naquela noite. Ou seja, literalmente fiquei trabalhando o tempo todo em que estive por lá.

E tem gente que ainda acha que viagem a trabalho para esses lugares é só auê, diversão e folia... Tem alguém a fim de trocar de trabalho?!?!?

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Prien am Chiemsee, BY - Alemanha

Prien am Chiemsee (Prien ao Lago Chiemsee) é uma cidadezinha localizada bem ao sul da Alemanha, na Bavária, entre Munique e Salzburg (Áustria). É um local de veraneio dos alemães, que aproveitam o verão para a prática de esportes aquáticos no lago Chiemsee.



Morei em Prien por um mês, pois foi onde fiz meu intensivão de alemão. A principal fonte de renda da cidade é o turismo, mas existem algumas instituições de ensino com escolas de alemão para estrangeiros por lá. Eu acho que muitas pessoas que são (ou eram) enviadas da Siemens para morar um tempo na Alemanha passavam por lá para ter ao menos um aprendizado básico de alemão.

Uma das principais atrações de Prien é o castelo construído pelo Rei Ludwig II numa ilha situada bem no meio do lago, a Herreninsel. Dizem que esse castelo é uma réplica do palácio de Versailles... Tudo bem que não é bem assim, mas a ilha não deixa de ter sua beleza, pois os jardins são bem cuidados, com muitas fontes e esculturas.


Se você quiser sossego, esse é o lugar certo, principalmente fora de temporada. A cidade é tranquila e segura... Talvez tranquila até demais...


domingo, 26 de julho de 2009

München, BY - Alemanha

No meu retorno de Shanghai, fiz uma escala em München. Como o tempo de conexão é longo, aproveito para sair do aeroporto e visitar um grande amigo meu que mora lá a um bom tempo. O voo chega em München de manhã cedo, lá pelas 05:15 e sai às 21:45. Apesar do aeroporto de lá ser bem agradável, não dá pra ficar todo esse tempo por lá. E como o acesso do aeroporto ao centro da cidade é fácil, sempre dou uma saída. E aproveito para ganhar mais uns carimbos no meu passaporte.

Existem duas linhas de trem do aeroporto para o centro, a S1 e a S8. Os trens são relativamente baratos e logo se conectam à rede de metrô de München. Dá pra ir pra quase todos os cantos só com o transporte público. Nas linhas mais novas, as composições do metrô são modernas e totalmente automatizadas. E o bacana é que dependendo do horário e do vagão, você pode levar a sua bicicleta. Ou seja, numa cidade civilizada como essa, não é necessário ter um carro, pois dá pra se virar muito bem com transporte público ou mesmo com a sua própria bicicleta.


Cheguei na casa dele para um café da manhã tipicamente bávaro: Bretzeln, Obatza, Weisswurst und Bier. Traduzindo para um português simples: pretzel, ‘patê de queijo com manteiga’, salsicha branca e cerveja. Sim! Cerveja de café da manhã. Não posso dizer que seja algo saudável, mas também não vou morrer por causa disso, pois só faço isso quando estou por lá.

Apesar de estarmos no verão, o tempo na Alemanha estava uma porcaria... Fazia sol apenas de manhã, mas depois o tempo fechava e chovia. Ainda assim saí para dar uma volta pela cidade, só para não ficar sofrendo por causa da diferença de fuso horário. Aproveitei para andar próximo ao Deutsches Museum, Rio Isar, Marienplatz e todos os outros locais por onde um turista deve passar.


Na hora do almoço, fui comer algo tipicamente alemão: Döner Kebap. Na verdade, isso é um prato turco. Mas é tão difundido no sul da Alemanha que até parece um prato alemão. Há um mês estive na Turquia, onde provei a versão original. Quis tirar a dúvida para ver qual é o melhor. E eu preferi a versão alemã, pois os condimentos utilizados são diferentes e mais leves.

Depois do almoço e de fazer algumas compras, voltei para o aeroporto. Eu aproveito que tenho acesso a um lounge VIP em função do meu cartão Senator da Lufthansa e aproveito para relaxar um pouco, beliscar algo, tomar um café expresso e tomar um bom banho antes de embarcar. Para a minha agradável surpresa, fui contemplado com um upgrade para a Primeira Classe bem na hora de embarcar. Ou seja, consegui fechar essa viagem em alto estilo, pois o conforto da First Class é incomparável. Nesse voo, são apenas 8 assentos de primeira classe, com um serviço impecável e comida e bebida de luxo... O aperitivo enquanto aguardava o embarque eram macadâmias deliciosas e gigantescas. O drink antes do jantar foi um Johnny Walker Blue Label. O jantar, um belo robalo temperado com ervas, foi precedido por caviar e camarão e acompanhado de um champagne dos bons. Nem pedi a sobremesa porque já estava cheio.


Só sei que cheguei em São Paulo bem alimentado e descansado. E eu acho que achei o meu lugar no mundo... Acho que é sentado numa poltrona da primeira classe! =)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Shanghai (上海) - China (中國) - Parte II

Estou escrevendo esse post no aeroporto de Shanghai, enquanto estou esperando o meu vôo de volta. Como o post anterior, eu só escrevi, mas não consegui fazer o upload, pois acho que as páginas do blogspot são censuradas. Se eu tento acessar daqui da China, o endereço fica indisponível. É mole?!? Não vou fazer nenhum comentário a respeito disso, pois vai que o governo chinês entende isso como uma crítica e cancela o meu visto para visitar a China.

De qualquer forma, vim pra cá no final de semana, fiquei trabalhando de segunda a sexta e estou vindo embora agora, para passar um dia em München visitando um grande amigo meu e depois voltando pra casa, finalmente!!!

Além das inúmeras e longas reuniões de trabalho, fui convidado para os jantares. Como convidado de honra, tenho o privilégio de sentar uma posição exata da mesa e também ser o primeiro a se servir com os pratos. Alguns dos pratos são bem gostosos, mas têm outros que são uma tristeza. Na verdade eu estou me acostumando com tudo isso, tanto que uma salada de água-viva é algo perfeitamente aceitável para mim. Mas dessa vez, o difícil foi encarar um prato de pepino do mar, exatamente como o dessa foto que achei na internet.


Imagem retirada da Internet

Mas como o que não mata, engorda, ou dá um bom desarranjo intestinal, não morri por comer isso. A aparência é horrível, a consistência é estranha e o gosto é neutro. Mas só de saber que é algo meio estranho, dá pra ficar um pouco cismado com isso.

Ah, algo muito interessante que aconteceu nessa viagem foi o eclipse total do sol. Esse é um fenômeno muito raro, pois foi o eclipse solar total de maior duração do século 21. Este aconteceu no dia 22 de julho. O próximo com uma duração semelhante a essa, de mais de 6 minutos, será apenas em 2132, quando eu estiver com 155 anos. Ou seja, é improvável que eu esteja vivo até lá.

Esse eclipse total pôde ser visto em algumas cidades da Índia, Nepal, China, Japão e outros países asiáticos. Pude perceber que muitos turistas estavam visitando Shanghai para ter a oportunidade de acompanhar esse evento raro. E eu estava lá de gaiato!




Imagem retirada do Wikipedia

Tudo isso é cientificamente interessante. E eu até estava empolgado para poder ver algo... Nos dias anteriores ao eclipse, o céu estava incrivelmente limpo, o que é muito raro para a China. Mas bem no dia do eclipse, o tempo fechou. E bem na hora do eclipse, começou a chover. Ou seja, não deu pra acompanhar direito o fenômeno... De qualquer forma, o clima ficou diferente, pois eram dez da manhã no horário local e tudo ficou muito escuro...

Mas agora é hora de ir embora! Acordarei amanhã de manhã chegando em Munique passarei o dia por lá. E esse será o assunto do próximo post.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Shanghai (上海) - China (中國) - Parte I

Pra variar um pouco, vim para Shanghai mais uma vez. É a sétima vez que venho para cá em pouco mais de dois anos. Não dá pra dizer que a China é um de meus destinos preferidos, mas tenho que vir pra cá por motivos profissionais. As viagens pra cá são sempre muito puxadas e cansativas. Tudo começa pela distância, passando pela pesada agenda de trabalho, pelos efeitos da diferença de fuso horário, e terminando com os inúmeros eventos e jantares que tenho com o meu grupo e com os fornecedores que venho visitar.

Dessa vez, ao invés de ter alguém me esperando no aeroporto, resolvi pegar o Maglev, o trem de levitação magnética super rápido que faz a conexão entre o aeroporto e Pudong. É um trajeto relativamente curto e a viagem é rápida. São apenas 7 minutos de viagem, onde o pico de velocidade é de 430km/h. Mas é tudo tão rápido que a gente nem aproveita muito a viagem.


Pra variar também, fiquei no mesmo hotel de sempre, o Jianguo, um quatro estrelas muito bem localizado em Shanghai. Pra se ter uma idéia da freqüência com que estou vindo pra cá, até as atendentes do hotel dizem: “Você por aqui novamente! Vai querer o mesmo apartamento de sempre?”. Tenho o privilégio de pegar um quarto no andar executivo, onde tenho direito a utilizar as salas de reunião do hotel e também a alguns drinks extras. Na verdade, o hotel acabou virando o meu escritório também, pois marco todas as reuniões no hotel mesmo para conseguir otimizar meu tempo entre as inúmeras reuniões que tenho. A grande vantagem é de que não preciso perder horas no trânsito ou mesmo em viagens pelo interior da China.


Ficar dentro do hotel também é uma boa por um outro grande motivo: é verão aqui na Ásia. A temperatura está sempre acima dos 35ºC e é muito úmido. Ou seja, toda a vez que ponho o pé na rua, parece que estou entrando numa sauna úmida. Por isso, não faço a menor questão de sair... Também pelo fato de já conhecer em detalhes os arredores do hotel...

Se eu saio do hotel, é ou para jantar ou para comprar algo num mega-shopping de eletrônicos que fica na mesma quadra do hotel, aqui no distrito de Xujiahui. Isso é algo interessante, pois sempre tenho a oportunidade de comprar algum gadget por um valor relativamente baixo... Mas a desvantagem é que eu sempre acabo comprando algo por impulso, que não necessito de verdade... Acho que nessas horas o meu lado consumista (talvez o viés feminino) predomine sobre o meu lado racional e acabo gastando um pouco mais que o necessário.

Só sei que estou com vontade de voltar logo pra casa, poder voltar a falar português e curtir um pouco do inverno brasileiro, pois acho melhor ficar num friozinho aconchegante e bem acompanhado do que ficar num calor muito úmido trabalhando...


sábado, 11 de julho de 2009

Salzburg - Áustria

Salzburg é outra grande cidade da Áustria, que fica localizada bem próximo à fronteira com a Alemanha, a apenas 150km de München. É a cidade onde nasceu Wolfgang Amadeus Mozart, ou simplesmente Mozart para os mais íntimos. Para os físicos e engenheiros de plantão, é a cidade onde também nasceu Christian Doppler, o descobridor do Efeito Doppler.

A casa onde Mozart nasceu (Mozarts Geburtshaus) é hoje uma grande atração turística da cidade, dentre as inúmeras que ficam no Altstadt, ou numa tradução livre, "Cidade Velha", que é considerada patrimônio histórico da humanidade pela UNESCO.

De cima do Castelo Hohensalzburg (traduzindo livremente: "Forte Alto de Salzburg"), a vista da cidade é impressionante. De lá dá pra ver a Catedral de Salzburg, o Rio Salzach e toda a Altstadt. O forte, como muitas outras construções européias, datam de antes do descobrimento do Brasil...

Do outro lado do Rio Salzach, fica o Palácio Mirabell, construído em estilo barroco e com jardins magníficos, os quais serviram de locação para o filme "A Noviça Rebelde". Como dá pra ver na foto abaixo, além dos jardins, a vista para o Castelo Hohensalzburg, lá no alto do morro, é privilgiada.

Para os esportistas de plantão, Salzburg fica bem próxima a diversas estações de esqui e é uma cidade que recebe muitos esquiadores durante o inverno, mesmo não tendo nenhuma pista na própria cidade.